Crescimento e qualidade de mudas de Microdesmia rigida (Benth.) Sothers & Prance em resposta à adubação potássica e ao turno de rega

Autores

Palavras-chave:

Caatinga, Estresse hídrico, Oiticica, Semiárido

Resumo

Esta pesquisa teve como objetivo avaliar os efeitos da deficiência hídrica nos aspectos de crescimento e qualidade das mudas de Microdesmia rigida, bem como a capacidade da adubação potássica em atenuar esses efeitos. O experimento foi realizado em ambiente telado, com 50% de interceptação luminosa, no Viveiro Florestal da UAEF/UFCG. Os tratamentos foram distribuídos em delineamento inteiramente casualizado (DIC), constando de um fatorial 4 x 4, sendo quatro níveis de potássio (K) (0, 50,100 e 150 mg dm-3 K) e quatro turnos de rega (ID - irrigação diária (controle) e a cada 5 (5D), 10 (10D) e 15 dias (15D)), com cinco repetições e duas plantas por unidade amostral, totalizando 160 plantas. Foram avaliados a Taxa de crescimento absoluto (TCA), altura das plantas, diâmetro do caule, razão altura/diâmetro (RAD), massa seca das plantas e Índice de Qualidade de Dickson (IQD). Com exceção das variáveis RAD e IQD, que não foram afetadas pelos tratamentos impostos, as demais variáveis sofreram efeito significativo do turno de rega, sem apresentar efeito significativo para a adubação potássica. Aumento no turno de rega afetou negativamente o crescimento e a produção de massa seca das plantas. A adubação potássica não atenuou os efeitos negativos dos turnos de rega sobre o crescimento e a produção de massa seca das mudas de M. rigida. A qualidade de mudas não foi afetada pelos fatores adubação potássica e turno de rega.

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Biografia do Autor

  • Rosilvam Ramos Sousa, Universidade Federal de Campina Grande

    Mestre em Ciências Florestais, Campus Patos/UFCG. Área de concentração em Ecologia e Manejo dos Recursos Florestais, com atuação em fisiologia vegetal (2021). Especialista em Ecologia e Educação Ambiental (2017) UFCG/Patos. Graduado em Engenharia Florestal pelo Centro de saúde e tecnologia Rural, Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Campus Patos (2016). Possuo experiência na área de de Recursos Florestais, Inventário Florestal, Cadastro Ambiental Rural (CAR) e Engenharia Florestal, com ênfase em Tecnologia e Utilização de Produtos Florestais.

  • Lucineudo Freire, Universidade Federal de Campina Grande

    Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal da Paraíba (1988), mestrado em Agronomia (Fisiologia Vegetal) pela Escola Superior de Agricultura de Lavras (ESAL), atual Universidade Federal de Lavras (1990), doutorado em Agronomia (Produção Vegetal) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2000) e pós-doutorado no Laboratório de Fisiologia Vegetal da Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real, Portugal. Atualmente é professor Titular da Universidade Federal de Campina Grande. Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Fisiologia Florestal, atuando principalmente nos seguintes temas:germinação de sementes e crescimento de plantas sob condições de estresse hídrico e salino, além do efeito do sombreamento no crescimento de mudas de espécies arbóreas da Caatinga.

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Publicado

2023-12-15

Edição

Seção

Artigos Científicos

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